Descartes chamou a mente de Res Cogitas (coisa pensante) e o corpo de Res Extensa (que ocupa lugar no espaço). Essa classificação não é algo tão arcaico ao ponto de impossibilitar sua compreensão ou utilização para explicar inúmeras atitudes ou padrões de determinados seres, entretanto, o texto não será uma explicação de tais padrões mais sim baseado nessa dualidade.
Como controlar uma necessidade corpórea com apenas a atuação do pensamento?
Seria correto deixar um desses lados controlar? Ou um equilíbrio nós deveríamos procurar?
Escolher o corpo o transforma em alguém superficial, escolher a mente o transforma em alguém seletivo. A primeira opção lhe garante status e simplicidade, em contrapartida, a segunda rega sua existência com solidão e complexidade. Nenhuma dessas exclui a capacidade de segregar, pelo contrario, são fatores de forte influencia para tal.
Quanto mais utilizado for um lado, o segundo tende a tornar-se inerte, quando este altera seu estado inerte para algo em uso, certamente reações anormais aconteceram com o ser que os possui.
Da insegurança a coragem, do receio a confiança. Não se sabe ao certo quais serão as consequências mas estas, serão notórias e difíceis de controlar nascendo então algumas perguntas como: “Faço ou não?”; “Como agir? O que fazer?”; “Será que realmente a amo?”; “Quem sou?”.
E o fluxo de volumosas imprecisões segue seu curso paradoxal sem nenhum remorso, a razão já não consegue explicar a palpitação do coração e o corpo não consegue controlar o cerrar dos dentes.
Seria então uma falha mental ou uma falha corporal? Afinal a mente deveria controlar o corpo, ou vice-versa?
Sensações confundem pensamentos, enquanto esses aprisionam sentimentos, já esses impulsionam palavras, essas acabam não sendo ditas por influencia do pensar e do sentir.
São palavras sinceras de origens confusas, agarradas com força descomunal pelo temor da razão.
Palavras que deveriam ser ditas para sanar a dor física e corpórea, são espinhos não acompanhados por rosas, mas espinhos que procuram por uma.
“Eu tentei construir uma parede
E não deixar ninguém dentro
Ser independente
Sem amor e sem dor
Sem dor
Eu não sei porquê
Mas em qualquer lugar
Eu olho no seu rosto
No seu rosto
Eu sou pego e recaio novamente” (Forever - Edguy)
Como controlar uma necessidade corpórea com apenas a atuação do pensamento?
Seria correto deixar um desses lados controlar? Ou um equilíbrio nós deveríamos procurar?
Escolher o corpo o transforma em alguém superficial, escolher a mente o transforma em alguém seletivo. A primeira opção lhe garante status e simplicidade, em contrapartida, a segunda rega sua existência com solidão e complexidade. Nenhuma dessas exclui a capacidade de segregar, pelo contrario, são fatores de forte influencia para tal.
Quanto mais utilizado for um lado, o segundo tende a tornar-se inerte, quando este altera seu estado inerte para algo em uso, certamente reações anormais aconteceram com o ser que os possui.
Da insegurança a coragem, do receio a confiança. Não se sabe ao certo quais serão as consequências mas estas, serão notórias e difíceis de controlar nascendo então algumas perguntas como: “Faço ou não?”; “Como agir? O que fazer?”; “Será que realmente a amo?”; “Quem sou?”.
E o fluxo de volumosas imprecisões segue seu curso paradoxal sem nenhum remorso, a razão já não consegue explicar a palpitação do coração e o corpo não consegue controlar o cerrar dos dentes.
Seria então uma falha mental ou uma falha corporal? Afinal a mente deveria controlar o corpo, ou vice-versa?
Sensações confundem pensamentos, enquanto esses aprisionam sentimentos, já esses impulsionam palavras, essas acabam não sendo ditas por influencia do pensar e do sentir.
São palavras sinceras de origens confusas, agarradas com força descomunal pelo temor da razão.
Palavras que deveriam ser ditas para sanar a dor física e corpórea, são espinhos não acompanhados por rosas, mas espinhos que procuram por uma.
“Eu tentei construir uma parede
E não deixar ninguém dentro
Ser independente
Sem amor e sem dor
Sem dor
Eu não sei porquê
Mas em qualquer lugar
Eu olho no seu rosto
No seu rosto
Eu sou pego e recaio novamente” (Forever - Edguy)
domingo, 26 de setembro de 2010
Essa merda ficou confusa eim... lol